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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Lucid Dreamming


"Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos."
(William Shakespeare)

“Lucid Dreaming” de Stephen LaBerge.Infelizmente, este é um livro que ainda não possui uma edição em língua portuguesa. O excerto é praticamente o epílogo da referida obra e aborda um assunto que, se constitui como uma das mais importantes implicações da fenomenologia dos sonhos lúcidos. Quem estiver interessado em conhecer melhor o trabalho e obra do autor, recomendo a visita ao seguinte site da Web (de autoria do próprio LaBerge): www.lucidity.com.

(...)É provável que aquilo que foi dito em relação ao terço das nossas vidas que passamos a dormir também possa ser aplicado aos outros 2/3 – o estado a que chamamos vigília.

Comecemos com algumas das aplicações e implicações que a experiência do sonho lúcido sugere para a vida quotidiana. Até que ponto serão relevantes para a vida vigil, os conceitos do sonho lúcido? A resposta é que as atitudes que caracterizam o sonho lúcido possuem certos paralelismos com uma abordagem à vida que podemos apelidar de “vida lúcida”.



Durante o sonho não lúcido assumimos tacitamente que estamos acordados, enquanto que no sonho lúcido nós sabemos que estamos a dormir e a sonhar. Creio que o par de atitudes correspondentes se podem processar também no estado de vigília da seguinte forma: por um lado, podemos assumir, de forma não lúcida, que estamos objectivamente a experimentar a realidade. De acordo com esta perspectiva, a percepção parece ser um assunto simples e que se reduz meramente a olhar pela janela dos nossos olhos e observar o que está lá fora. Infelizmente, este ponto de vista tradicional e do senso comum parece ser claramente inconsistente com as descobertas da psicologia e neuropsicologia modernas. O que nós vemos não é o que está “lá fora”; de facto, não existe sequer um “lá fora”. O que nós vemos e sentimos é apenas um modelo mental, dentro da nossa cabeça, daquilo que percepcionamos ou acreditamos estar “lá fora”.



A compreensão lúcida da natureza da percepção deriva do actual conhecimento acerca do funcionamento cerebral. Seguindo esta abordagem, proponho a hipótese de trabalho de que todas as nossas experiências são necessariamente subjectivas: elas são o resultado da nossa própria construção baseada no nosso estado motivacional, bem como naquilo que vemos e acreditamos ser a realidade. Um bom exemplo desta afirmação são as ilusões ópticas que podem ocorrer como resultado das expectativas. Resumindo, poderemos dizer que a análise mais correcta acerca da percepção é que nós não experimentamos a realidade de forma directa mas sim através de modelos do mundo. Desta forma, antes de sermos capazes de ver o que está “lá fora”, a informação visual dos nossos olhos tem de passar por uma série de factores subjectivos tais como as expectativas, sentimentos, conceitos, valores e atitudes.



Para a Psicologia Esotérica, o estado a que habitualmente chamamos de vigília/acordado está tão longe de ver as coisas como elas são na “realidade objectiva” que mais poderia ser apelidado de “sono” ou “sonho”. Bertrand Russel chega a esta mesma conclusão percorrendo no entanto um caminho diferente. Segundo este autor, se acreditarmos no que diz a física actual, então os “sonhos” a que chamamos percepções vigis têm apenas mais uma pequena semelhança com a realidade objectiva do que os fantásticos sonhos do sono.



Filósofos à parte, se lhe perguntassem “Estás acordado?” provavelmente iria responder “Com certeza!”. Infelizmente, estar certo de que estamos acordados não fornece nenhuma garantia disso mesmo.

Como sabe que está acordado neste preciso momento? Poderá dizer que sim porque se lembra de ter acordado hoje de manhã. Mas isso poderá ter sido apenas um falso acordar, e pode estar a enganar-se a si próprio sonhando que já não está a sonhar. Talvez aquilo que julgamos ser um “verdadeiro acordar” seja apenas mais um grau de acordar parcial ou falso.



Tentemos perguntar verdadeiramente, uma vez mais, a nós próprios: “Estou acordado?”. Notará o quão difícil é levantar genuinamente esta questão. Perguntar sinceramente se estamos realmente acordados requer uma dúvida honesta e isto não é um assunto fácil para a maioria. Mas duvidar do “induvidável” é o negócio dos filósofos. Como Nietzche coloca a questão: “…além desta realidade em que vivemos e temos o nosso Ser, uma outra, e completamente diferente, realidade permanece fechada e é por sua vez também uma aparência”



Como podemos nós não estar totalmente acordados? É possível que tenhamos um sentido superior (eg. uma forma de intuição) que normalmente permanece adormecido quando os nossos sentidos “inferiores” mas mais conhecidos estão acordados. Assim, como foi acima sugerido, a experiência a que chamamos vigília/acordado e consideramos completa, pode ser de facto apenas um acordar parcial e apenas parte da verdadeira realidade.

Como Orage escreveu: “Podemos temer a existência de uma morbidez nas decorrentes especulações; e que um esforço para ver as nossas vidas vigis como meramente uma forma especial de sono implica uma diminuição da sua importância para nós. Mas esta atitude perante um facto possível e provável é por si só morbidamente tímida. A verdade é que, tal como nos sonhos nocturnos o primeiro sintoma de acordar é suspeitar de que estamos a sonhar, o primeiro sintoma de acordar da vida vigil é a suspeição de que o nosso presente estado é semelhante a um sonho. Estarmos conscientes de que estamos apenas parcialmente acordados é a primeira condição para nos tornarmos e ficarmos nós próprios verdadeiramente mais despertos.



Dada a virtual impotência do raciocínio filosófico para levantar genuinamente a suspeição de que estamos apenas parcialmente acordados, existe felizmente um meio mais eficaz de abordar esta questão. Esta abordagem, o que não constituirá nenhuma surpresa, é o Sonho Lúcido. Os sonhos lúcidos podem objectivamente mostrar-nos como é pensar que estamos acordados e descobrir que afinal isso não é verdade. O sonho lúcido pode ser um ponto de partida para a compreensão de como podemos não estar totalmente despertos – assim como o sonho normal está para o sonho lúcido, o comum estado vigil pode estar para o verdadeiro estado desperto. Esta capacidade dos sonhos lúcidos – preparar-nos para um acordar mais completo e verdadeiro, pode vir a provar ser o potencial mais significativo para nos ajudar a ficar mais vivos nas nossas vidas(...)

Fonte: http://sites.google.com/site/arcadesonhos/afilosofiaonirica

Da Realidade e do Sonho


"O que vejo, o que sou e suponho não é mais do que um sonho num sonho."

(Edgar Allan Poe)



Mas afinal o que é a realidade?

A definição do senso-comum mais abrangente seria provavelmente: “Tudo o que existe”.

Os cientistas em geral usam frequentemente o termo “realidade” como um sinónimo para “Universo físico”. Contudo, de acordo com a neurofisiologia actual, o universo físico apenas existe hipoteticamente, uma vez que apenas o podemos experimentar de forma indirecta através de estimulações neurais. É aquilo a que podemos chamar de “Experiência-no-Corpo”- IBE (In the Body Experience) na terminologia anglo-saxónica.
De acordo com esta teoria, a realidade física que de facto experimentamos parece ser apenas uma estimulação imperfeita e uma abstracção de um universo físico cuja existência apenas podemos inferir, e nunca directamente corroborar.
Contrastando com esta posição podemos assumir uma atitude descritiva ao usar o termo realidade. Assim, de um ponto de vista fenomenológico, o termo realidade refere-se ao mundo da experiência directa, o mundo em que vivemos. Nesta perspectiva, a realidade experimentada nos sonhos ou noutros estados alterados da consciência (como em estados meditativos ou provocados pelo consumo de substâncias psicoactivas) não é menos válida que a realidade experimentada no normal estado de consciência, aquele em que nos encontramos durante a vigília, na maior parte do dia. Ou seja, os sonhos e a vigília são apenas modos distintos de percepção da realidade.
Um estado de consciência é como um filtro ou lente, através do qual vemos o mundo. Assim, durante a vigília experimentamos a realidade de uma determinada forma, somos inundados por estímulos perceptivos. No sonho experimentamos a realidade segundo um modo perceptivo diferente, um modo em que estamos “fechados” para o mundo exterior. O mesmo se passa num sonho lúcido ou numa trip sob efeito de cannabis; cada estado tem a sua realidade característica.
Infelizmente, na nossa sociedade o termo “sonho” adquire sentidos indesejáveis que prejudicam a nossa compreensão da sua real natureza e importância. Por exemplo, muitas pessoas usam frequentemente a frase: “Foi apenas um sonho”. Isto assenta muito bem na perspectiva comum de que os sonhos não são reais e portanto não são importantes, não são dignos de uma atenção séria, sendo melhor esquecer do que lembrar.
Em relação à natureza dos sonhos, cada indivíduo normalmente efectua um juízo, uma assumpção em sintonia com os seus preconceitos pessoais e/ou culturais (Kellogg, 1989). Por exemplo:
1.Sonho = simplesmente as projecções subjectivas do cérebro adormecido de uma pessoa.

2.Sonho = Um mundo espiritual totalmente diferente e independente.

3.Sonho = Um reino parapsicológico com elementos tanto objectivos como subjectivos.

4., 5., etc…

Uma vez realizados, estes juízos cristalizam-se e tornam-se praticamente inquestionáveis.
Alguns cientistas certamente acreditam que uma aceitação inquestionável da actualmente popular teoria do sonho tal como sumariado no juízo 1., define a verdadeira natureza dos sonhos. Mas para muitos outros, tal definição parece ser simultaneamente limitativa e ingénua. O mundo onírico constitui-se como um universo próprio, uma realidade com as suas próprias leis e, tal como as outras realidades, é uma criação da nossa própria mente.

Fonte:
http://sites.google.com/site/arcadesonhos/afilosofiaonirica

sexta-feira, 2 de julho de 2010

A mente no presente

A mente no presente é estudo de varios mestres, autores e terapias.
Uma delas é a Gestalterapia, ou Terapia Gestalt:
"Tornar-se presente no aqui e agora ou ter consciência da divagação, da fantasia presente é uma forma de controle mental efetivo. É escutar e apreciar a vida, consciente de si mesmo, do mundo que nos cerca e de nosso relacionamento com o mundo. Essa postura de estar consciente do que está ocorrendo em nossa mente, no presente, conduz a uma vida centrada, plena. Além de um fundamento teórico e prático desta corrente psicológica, é uma saudável postura e filosofia de vida, pois possibilita uma atuação mais produtiva, com trocas mais saudáveis e nutritivas com o meio ambiente em que se está inserido. Isso se justifica porque o momento presente é o único onde é possível atuar. Por isso permanecer ou tornar-se presente e com plena consciência do eu é a melhor forma de levar a vida e de torná-la centrada, plena."

quinta-feira, 1 de julho de 2010

7 Leis da Sincronicidade

Para começar a ver a Mágica da Vida.

1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Meu diálogo interno reflete meu poder interno. O dialogo interno das pessoas auto-realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções têm poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para as conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é cármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

I-doser. A droga virtual

O I-Doser é um programa feito por uma universidade de psicologia. Ele envia sons para o cérebro, e o mesmo reproduz os efeitos. Sim, funciona. Tem até alguns sons que melhoram o desempenho do cérebro, muitos estudantes o utilizam pra estudar, e o resultado é impressionante.

Quando vi pela primeira vez o “para se drogar clique aqui”, confesso que fiquei espantado. E confesso também que depois bateu a curiosidade. Fui atrás para saber exatamente o que era aquilo, como funcionava, enfim, queria respostas para tantas perguntas.

Como se já não bastassem os games trazerem personagens que podem se drogar e sentir “na pele” os efeitos, agora um site resolveu levar para a vida real o que era possível somente na simulação. Tudo se baseia em sons contendo ondas binaurais, que prometem uma mudança na freqüência cerebral da pessoa, gerando determinadas sensações.

A utilização das doses deve ser feita com fones de ouvido e em um local silencioso. Quanto mais relaxada a pessoa estiver, melhores serão os resultados alcançados. Deitar-se e escutar alguma dose de olhos fechados seria o ideal.

O intervalo entre a utilização de uma dose e outra deve ser de no mínimo 5 horas. Porém, há pessoas que optam por utilizar duas seguidas. Nesse caso existe uma dose chamada “reset”, que tem como função realmente resetar o seu cérebro para a freqüência normal antes da utilização da segunda.

Harley.

Mente Quântica

Mente quântica é um termo designado por cientistas que estudam os efeitos do cerebro e sua reações. Muitos foram os nomes dados a nossa mente um deles é mente subconsciente, mente inconsciente, mente subjetiva, entre outros... mas mente quantica é um termo mais matemático e mais aceito para alguns dos cientistas que acreditam que nossa mente responde a estímulos induzidos.
Muitos estudos e testes já foram feitos no cerebro humano para enteder o seu verdadeiro funcionamento mas quanto mais se estudo mais se descobre e mais longe fica de ter respostas definidas para a solucionar varios aspectos das atividades do ser humano. Especialistas conseguem enquadrar milhares de atividades do funcionamento do cerebro humano, mas o que mais causa inquietação entre todos é achar um local dentro do cerebro humano que impulsionado por pensamentos ou estimulos induzem a liberação de algo que faz com que uns seres humanos sejam felizes e outros sejam tristes, uns sejam otimistas e outros pessimistas, uns sejam sortudos e outros azarentos, uns tenham paz e outros ansiedade, por isso os estudiosos da mente quântica vem a cada dia tentando destrinchar territórios cada vez mais profundos para entender e desvendar tais mistérios. Mas de uma coisa todos os cientistas já se convenceram que há um poder em nossas mente capaz de mover céus e terra para realizar de forma sobrenatural tudo que a pessa deseja, deste uma milagrosa cura até um pleno estado de convicção fazendo com que a pessa tenha sorte para atrair riqueza usando uma outra lei, a lei da atração.

Mas afinal de contas, sabendo que a mente quântica é real e funciona como induzi-la e fazê-la trabalhar a nosso favor? Como estimulá-la em nosso favor? Estas sem dúvidas são as perguntas que as pessoas mais querem saber a respeito da mente quântica, portanto sem pormenores vc deve compreender que de fato é possível estimular o seu cerebro a nivel que vc nunca conseguiria de forma natural usando técnicas que tem o poder de penetrar em seu subconsciente para induzir sua mente a níveis cada vez mais profundos. Atualmente existe no mercado duas técnicas para a mente quantica para estimular o cerebro afim de conseguir sucesso, paz, properidade, felicidade, riqueza, sorte esolução, são elas:

Técnicas de mente quântica usando sons afim de induzir níveis de alteração do funcionamento de seu cérebro.

Técnicas de mente quantica por meio de palavras de indução em audio que possui resultados satisfatórios e aprovado por especialistas por haver a presença de palavras e é sabido pelos especialistas que aonde há palavra sempre havera a presença de sugestão e onde houver sugestão haverá alteração.

Harley.

Ampliando a consciência

O que são estados ampliados (alterados) de Consciência?

Devemos aprender a entrar em estados alterados de consciência de modo natural, com aumento da energia, mantendo-nos plenamente conscientes, lúcidos, exercendo nosso autocontrole, pois somente dessa forma eliminaremos as doenças, as drogas, os vícios e os problemas de nossas vidas. Para entrarmos em estado alterado de consciência precisamos entender como funciona nosso cérebro e suas freqüências: beta, alfa, teta e delta.

As ondas cerebrais são formas de ondas eletromagnéticas produzidas pela atividade elétrica das células cerebrais. Elas podem ser medidas através de aparelhos eletrônicos como o eletroencefalograma. As freqüências dessas ondas elétricas são medidas em ciclos por segundo. As ondas cerebrais mudam de freqüência baseando-se na atividade elétrica dos neurônios e estão relacionadas com a mudança dos estados de consciência (concentração, relaxamento, meditação, etc.).

FREQUÊNCIA BETA
Nesta freqüência estamos bem despertos e em alertas. A mente está concentrada e preparada para a execução de trabalhos que requerem atenção. No estado beta os neurônios transmitem as informações rapidamente, permitindo-nos atingir altos estados de concentração, percebendo o mundo físico através dos nossos sentidos. Tudo o que é ligado à lógica, ao raciocínio, ao pensamento, isto é, a uma atividade mental, corresponde a esse nível que é o da consciência do mundo material percebida através dos nossos cinco sentidos.
As ondas betas ajudam nos estudos, na prática de esportes, ou seja, atuam na análise e na organização de informações onde a concentração mental é necessária para um bom desempenho. A faixa de ondas beta está entre 21 e 14 ciclos por segundo. O estado beta está associado à concentração, atenção e formação de novas cognições.

FREQUÊNCIA ALFA
As ondas vibratórias emitidas pelo cérebro em estado alfa estão abaixo de 14 ciclos/segundo. Fisicamente a pessoa está de olhos fechados, com os sentidos parcialmente adormecidos, num estado de concentração e relaxamento profundo que corresponde ao pré-sono ou adormecimento.
Após muita prática consegue-se chegar a esse nível de olhos abertos. As ondas alfa são comuns antes do sono profundo e um pouco antes de acordarmos totalmente; é o estado que Jung chamou de estado “hipnagógico”; corresponde ao que chamamos “estado de consciência superior”, pois a pessoa ultrapassa a barreira mental e entra num estado de percepção extra-sensorial, tendo pensamentos intuitivos e criativos. Podemos entrar nesse estado através do relaxamento e meditação, pois quando aprofundamos a atividade cerebral, baixamos do estado beta para as ondas alfa que são mais lentas. A nossa consciência se expande. Flui energia criativa e desaparece a ansiedade, aparecendo uma sensação de paz e bem-estar.
As ondas alfa são excelentes para a solução de problemas, para memorização, relaxamento e para a prática de visualização com o objetivo de melhorarmos nossos desempenhos em todas as áreas de nossas vidas (visualização criativa ou tela mental). Nesse estado alterado de consciência temos mais acesso às nossas capacidades chamadas de paranormais. Ao funcionarmos nesse nível de consciência abrimos uma porta para estados de consciência mais profundos onde “todos somos um” (UNICIDADE). Nesse estado de consciência, quando chegamos à ciclagem 10.5 ciclos por segundo, atingimos a Schumann Ressonance – a freqüência do campo eletromagnético da Terra. Nessa freqüência consegue-se a telepatia, premonição, retrocognição, etc…

FREQUÊNCIA TETA
Se aprofundarmos o nível alfa abaixo de 7 ciclos por segundo chegaremos, com a prática de exercícios de meditação, ao nível teta onde ocorre inclusive a cura do corpo físico. No nível teta nossa atividade cerebral baixa quase ao nível do sono; é quando temos a sensação de estarmos caindo ou misturamos com o que acontece naquele momento na vida real (sons que ouvimos no ambiente), isto é, misturamos a realidade que ouvimos com os sonhos. Teta é o estado cerebral onde aumentamos a capacidade mental. É nesse estado de consciência que aparecem os flashes do nosso inconsciente e o acesso às memórias esquecidas.
Pode-se sentir a mente se expandir além dos limites do corpo. Portanto, teta é o estado ideal para a cura e também para a aprendizagem. Sabemos que a consolidação do que aprendemos durante o dia acontece quando dormimos. Também em teta podemos nos livrar de condicionamentos indesejados; é neste estado que ao sonharmos nos lembramos do sonho ao acordarmos. Também abrimos o inconsciente e podemos reviver cenas que causaram traumas no passado e nos curarmos das seqüelas que foram deixadas por eles. Nessa frequência cerebral aumentamos a criatividade, por isso surgiram os inventos de Henry Ford, Thomas Edison, etc… Conta-se que Thomas Edison adormecia levemente em cima de seus experimentos e despertava com as soluções. A freqüência de ondas teta está abaixo de 7 ciclos por segundo. Recebemos informações para além do nosso estado normal de consciência, ativando estados mentais extra-sensoriais; intuição, criatividade.

FREQUÊNCIA DELTA
Estado inconsciente. Ondas cerebrais abaixo de 4 ciclos por segundo. Ainda se conhece pouco o que ocorre nesse nível.
A pessoa está de olhos fechados, inconsciente e com todos os sentidos adormecidos. O corpo está apenas na sua função automática e a pessoa se encontra insensível à dor. Corresponde ao estado de hipnose profunda. Os sentidos estão completamente adormecidos e a pessoa está totalmente inconsciente. Corresponde a um estado de coma profundo, de sono profundo ou de anestesia geral.
Delta é a mais baixa de todas as freqüências de ondas cerebrais. É em Delta que liberamos o hormônio do crescimento humano (GH), que é liberado se não fizermos nenhuma alimentação pesada 5 horas antes de dormir. No início de nossas vidas esse hormônio (GH) é usado pelo nosso organismo para o crescimento; quando cessa o crescimento nosso organismo o usa para nos manter jovens. Essa liberação é benéfica, pois beneficia a cura e a regeneração celular.

Podemos, através do relaxamento/meditação e das plantas de poder, atingirmos as ondas alfa e teta e fazermos a diferença nas nossas vidas. Quando praticamos o relaxamento, o nível da atividade cerebral se torna mais lento, produzindo ondas alfa. Nesse estágio, a pessoa se torna calma, tranqüila, em paz e em harmonia, pois quanto mais profundo é o relaxamento, mais lenta é a atividade cerebral e mais a consciência se abre. Através dessa prática podemos programar nossos sonhos e através dos sonhos, a consciência nos coloca em contato com mensagens e ensinamentos vindos de nossos antepassados. Ao nos conectarmos com nosso eu mais profundo desligamo-nos das solicitações externas e reabastecemo-nos das energias da consciência superior, descobrindo, dessa forma, nossos potenciais internos, capacidades nunca antes imaginadas, que se manifestam à medida que avançamos em nossa caminhada interior.
É nesse mundo interno onde somos DEUSES: “Vós sois deuses e filhos do Altíssimo, todos vós. Podeis fazer tudo o que faço e muito mais”.



Permitir e atrair

Há um bom tempo que eu vinha me perguntando o que era permitir, levando-se em consideração a Lei da Atração e todo o resto. E até cheguei a ver algumas definições de alguns autores. Mas no fim acabei encontrando a minha própria. Segundo muitos autores de Lei da Atração, o ato de permitir seria não ter bloqueios limitativos, mas ao meu ver, não é somente isso que limita o desejo de se realizarem, não o permitirem. Eu não diria a ansiedade, bem talvez seja também, mas o simples fato de você querer saber como as coisas vão acontecer é um modo de não permitir que isso lhe venha. Algumas pessoas tem a idéia fixa de que vão ganhar na loteria, essa riqueza pode ser proveniente de outro lugar, uma promoção... ou sei lá oque, o problema é que nos restringimos o poder, restringirmos os quereres, queremos o que queremos , na hora que queremos, e as coisas não são bem assim, a inteligencia infinita, sabe o qual o melhor caminho para nós, sempre.
Quem aqui dizer que não fica imaginando, apartir dos seus desejos é claro, como as coisas vão se dar vai estar mentindo. A nossa mente racional trabalha dessa maneira, querendo antecipar tudo, tendo obviamente
medo do novo, por isso que ela faz isso é um mecanismo de auto-defesa, que vai totalmente contra a fé. Afinal a fé é uma força poderosa, que não podemos ter a noção do que ela pode fazer, bem muitos já ouviram falar de milagres não é mesmo?hehe. Quando temos uma mente muito questionável, ligada ao terreno, deixamos de acreditar na força da fé verdadeira e decidida.
Então na minha opinião o ato de permitir, é não pensar nem como e nem quando, é não restringi-lo, não colocar barreiras no caminho dele, deixar a lei da atração trabalhar por si próprio.
Você confia na lei da atração? Confia mesmo nos seus sentimentos e visualizações emitidos? Então feche os olhos e deixe ser guiado, por esse força maravilhosa que agradeço a Deus todos os dias.

Harley.